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O QUE É O INKTOBER?

O Inktober é uma iniciativa do ilustrador Jake Parker que incentiva artistas do mundo todo em um sistema de autodesafio cuja ideia consiste em fazer e postar um desenho à tinta por dia durante o mês de outubro. A ideia por trás do Inktober é observar o crescimento artístico durante o período bem como formar o hábito de praticar a arte todo dia.

>> Confira aqui o site oficial


As regras são poucas e simples:

1) Desenhe a tinta (pode fazer o rascunho a lápis primeiro)
2) Publique. Pode ser em qualquer mídia social ou mesmo no grupo de whatsapp da família. A ideia é compartilhar sua arte com alguém - qualquer pessoa.
3) Use as hashtags #inktober e #inktober2018
4) Repita 31 vezes.


Confira abaixo a lista oficial de temas para o #inktober2018


Basta jogar #inktober no instagram para achar diversas outras listas de prompts (algumas até temáticas). Se os temas oficiais não te agradarem, com certeza vai achar algo mais próximo ao seu estilo artístico. Não será por falta de opção que você vai ficar de fora do Inktober. De qualquer forma, os temas não são obrigatórios. Desenhe o que vier na cabeça.

PRECISO DESENHAR TODOS OS DIAS?

A consistência é importante e, de certa forma, é o objetivo maior do desafio. Contudo, o próprio Jake Parker sugere três formas de participação:

a. Maratona = um desenho por dia.
b. Meia-maratona = desenho dia sim, dia não.
c. Corrida dos 5 km = um desenho por semana.

É desafiador - e como qualquer pessoa que me conhece bem sabe, eu adoro projetos desafiadores. Se você é como eu, esta é a melhor das oportunidades para tirar a poeira dos seus cadernos de desenhos.


DICAS

(1) Planeje-se!
Se você não desenha há um tempo, comece a desenhar com alguns dias de antecedência para acordar os músculos. Se você trabalha ou estuda, provavelmente terá que usar os finais de semana para fazer seus desenhos, então planeje com antecedência o que quer desejar. Pesquise as referências, faça alguns esboços.

(2) Divulgue-se!
Não tenha medo de mostrar seu talento. A maior graça da brincadeira é conferir os diversos resultados que surgem de um mesmo tema. Utilize as hashtags do desafio para que outros participantes possam vê-las. 

(3) Prepara-se!
É claro que divulgar sua arte tem consequências. Esteja pronto para receber não apenas elogios, mas também críticas. Filtre o que merece ser considerado e o utilize como puder para desenvolver sua arte. Se for comentário de pura maldade, apenas ignore. Não perca seu sono por causa de haters.

(4) Divirta-se!
O mais importante é se divertir. Não encare o desafio como uma obrigação, mas como uma oportunidade de se descobrir como artista. Se não for gratificante, deixe de lado por ora e tente em outro momento, quando estiver mais aberto. Só é bom se você se divertir.




1. O que o seu personagem faz quando acha que não tem ninguém olhando?

2. Onde ele gostaria que fosse seu primeiro encontro?


3. Prioridades: amor, dinheiro, poder ou conhecimento?


4. Alguém leva crédito pelo trabalho do seu personagem. O que ele faz?


5. Qual sonho recorrente ele tem?


6. Sobre o que ele costuma fazer piadas?


7. Seu personagem é acusado de um crime que não cometeu. O que ele faria?


8. Quando foi a última vez em que ele foi abraçado? Por quem?


9. Qual é o segundo pior hábito do seu personagem?


10. No final do dia, seu personagem falha em salvar o dia. Considerando que ele sobrevive, o que ele faz?


11. Qual profissão ele mais respeita?


12. Ele conseguiria aguentar um ataque de pânico?


13. Onde ele ficaria durante uma festa?


14. Qual é o maior elogio que ele se daria?


15. O que faz um dia perfeito para seu personagem?





As perguntas aqui apresentadas foram retiradas e traduzidas do 51 questions you've probably never asked about your characters. Não deixe de conferir a lista completa.





Tive contato com o método do Floco de Neve depois de muita pesquisa sobre como criar enredo. Antes de explicar como funciona, quero deixar claro que se trata de um método (não criado por mim), ou seja, uma forma de alcançar o objetivo livro (ou enredo, como preferir). Tal como qualquer outro método, há quem goste e há quem não se dê bem com ele, mas vale a pena o teste!

Para entender o método, dê uma olhada na imagem acima. A primeira forma (à esquerda) é mais simples que a última (à direita). A forma intermediária é uma evolução da primeira forma até chegar na última.

A imagem é uma reprodução gráfica do Método do Floco de Neve, criado por Randy Ingermanson. Inicia-se com um rascunho, adicionando-se detalhes de maneira gradual, tornando-o aos poucos tão complexo quanto um floco de neve. Dito isso, agora é a hora de entender como esse método funciona.


Antes de tudo
Pegue uma folha e anote todos os elementos que vão aparecer na sua história. Não tenha medo da bagunça (sim, ficará uma grande bagunça). A ideia é fazer um brainstorm e anotar tudo: temas, objetos, personagens e até cenários. Contudo, não perca muito tempo com detalhamentos. Apenas coloque ideias e limite-se a uma única folha. Mantenha essa folha por perto durante todos os próximos passos.


01)
Resuma seu romance em uma única frase. Seja simples e conciso. Deve ser algo como “O príncipe não-herdeiro deseja tomar o trono de seu irmão”.
Não nomeie personagens. Não se estenda em conflitos. Tenha em mente que, nesse momento, menos é mais. Procure palavras certeiras para demonstrar sobre o que é a trama, isso vai facilitar seu processo.


02)
Reescreva sua frase em um parágrafo, descrevendo a sequência da história: (i) lugar comum, (ii) catástrofe e (iii) fim.
Sugestão: na parte da catástrofe (que não necessariamente precisa ser uma catástrofe) pense em mais de um evento importante para ligar o lugar comum ao fim.

O parágrafo ideal deve ter cerca de cinco frases:
1. Apresente o pano de fundo e o cenário inicial.
2. Escreva uma frase para cada uma de suas catástrofes ou eventos (tente limitá-las a duas ou três).
3. Conte o final.

Este parágrafo resume toda a história, mesmo que ainda de forma concisa e crua.


03)
O parágrafo do item anterior dá uma visão geral do seu enredo. Agora você precisa de algo semelhante para os seus personagens. Para cada um de seus personagens principais escreva uma folha de resumo contendo:

1. Nome
2. Frase que o defina
3. Motivação: o que ele quer abstratamente
4. Objetivo: o que ele quer concretamente
5. Conflito: o que o impede de alcançar sua meta
6. Epifania: o que ele vai aprender
7. Resumo de um parágrafo da sua história


04)
Agora é o momento de começar a expandir o enredo. Pegue o parágrafo do item 02. Para cada frase escreva um parágrafo inteiro. Todos, com exceção do último, devem terminar em um desastre. O parágrafo final deve contar como o livro termina. Ao final do exercício, você terá um esqueleto (sinopse) de uma página do seu enredo.


05)
Com base nos resumos de personagem do item 03, escreva uma sinopse de uma página para cada personagem principal e uma sinopse de meia página para outros personagens importantes. Esta sinopse deve deve contar a história (com base no seu esqueleto do item 04) a partir do ponto de vista de cada um desses personagens.


Dica: dê um intervalo de tempo entre o item 05 e o item 06.


06)
Nesse ponto, você fará uma nova expansão do seu enredo. Pegue a sinopse do item 04 e desenvolva cada parágrafo em uma página inteira. Você provavelmente precisará rever tudo que já escreveu e fazer eventuais alterações. Não tenha medo. Faça! E divirta-se.


07)
Lembra da descrição dos seus personagens? Hora de expandi-las e detalhar tudo o que há para se saber sobre eles, desenvolvendo o material que foi criado nos itens 03 e 05. Se não souber como desenvolver, tenha como guia a epifania escolhida para seu personagem (como a história irá mudá-lo).
Dica: se uma mudança no seu personagem gerar algo na história, não veja a mudança como algo ruim. Pelo contrário, isso é bom, pois seus personagens estão se tornando reais. Lembre-se que uma grande ficção é character-driven. É o personagem que faz a história. 
Quando terminar esse passo, terá o suficiente para para começar a escrever.


>> Leia também: 15 perguntas que você (provavelmente) nunca fez ao seu protagonista


08)
Nós bem sabemos o quão traumatizante é a sensação de impotência diante de páginas em branco e é nesse momento que nossos projetos acabam se perdendo. Esse passo tornará tudo mais fácil.
Pegue todas páginas que resultaram do seu item 06 e faça uma lista de todas as cenas que você precisa. A forma mais fácil de fazer essa lista é como se fosse uma lista de mercado.
Se quiser, faça uma pequena planilha que se resumirá a duas informações: a cena e o personagem POV. É importante que sua cena seja resumida em uma frase de uma única linha. É difícil, mas acredite, você irá me agradecer.


09)
Agora é a hora de abrir seu processador de texto e começar a escrever, mas será de forma contida. Uma por uma, pegue cada linha da planilha do item anterior. Seu trabalho será expandi-la de forma crua e multiponto. Como?

1. Esboce o conflito essencial dessa cena. Descreva-o em uma frase. Se não houver conflito, adicione. Invente. Tire da cartola. Todas as cenas devem ter algum tipo de conflito.

2. Coloque as linhas frias do diálogo que você imaginar. Apenas o diálogo. Nada de detalhamento.


>> Leia também: Dicas para Escritores: Como Escrever uma Cena


Dica: há pessoas que pulam esse passo. Ele não é de essencial, pois fraciona ainda mais o trabalho e pode ser feito com o passo 10.

10)
Agora sim chegamos ao bom e velho sentar a bunda na cadeira e começar a escrever. Coloque para fora todas as palavras com as quais você sonhou nos últimos dias e surpreenda-se com a facilidade e rapidez com a história voa para fora de seus dedos. Quando terminar, surpresa: você terá seu primeiro rascunho. Depois disso, é só começar seu processo de revisão para encontrar eventuais inconsistências.


Eu sei, eu sei, o mês de junho já está acabando - trazendo o inverno e levando as festas juninas embora. Mas como hoje em dia as festas não são só juninas, mas também julinas, ainda dá tempo de falar das comidas típicas maravilhosas dessa época.
Bora conferir minhas favoritas?

1. Vinho Quente
Eu descobri minha paixão pelo Vinho Quente quando estava morando na Alemanha e me deparei com a versão deles dessa maravilha, o Glühwein. A receita é semelhante, apesar de eles também fazerem Glühwein com vinho branco. Depois que descobri o quão gostoso é tomar um vinho quente no inverno, virou uma das minhas bebidas favoritas. É tão docinha e quentinha. Tem como não amar?

2. Caldo Verde
Eu adoro sopas. Não apenas no inverno, em qualquer estação do ano. Claro, menos se estivem 40 graus do lado de fora, porque ai ninguém merece. Fora isso, estou sempre afim de sopa. Uma das minhas favoritas é a sopa típica de festa junina. Minha mãe até faz Caldo Verde em casa de vez em quando, mas preciso dizer que o coração bate mais rápido quando chega junho e sei que terá Caldo Verde a cada quermesse?

3. Arroz Doce
Entre os doces típico, Arroz Doce é o meu favorito. De fato, adoro também o quindim que sempre tem (mas não é tão típico assim). Acho a combinação de arroz doce com canela imbatível, mesmo que, de fato, não consiga comer mais do que uma porção.

4. Milho
Tá certo que milho é o tipo de comida que se come o ano todo. Não precisa de festa junina para comer. Aliás, quem não gosta daquele potinho de milho com manteiga que vende ali, na portinha do metrô? Eu adoro. Amo tanto milho que chega na festa junina e eu preciso comer de novo e de novo. Claro que muitas vezes dou um pouco de preferência para as tipicidades (como um Pinhão, por exemplo), mas já que estamos falando das minhas comidas favoritas, não poderia deixar o milho de fora.

5. Bolo de Milho
Além do milho em si, o bolo de milho também é um queridinho. Convenhamos que tudo que é feito de milho é uma delícia. Pamonha, Curau, Sorvete e a delicinha do Bolo de Milho. Tem como não amar festa junina com tanta comida gostosa?


E ai, também ama a comida de festa junina? Qual sua preferida? Conta ai nos comentários!



Não deixe de conferir as demais participantes:

Karen Moraes | Letícia Calisto | Estante 450 | My Sad Songs | Debinha Blaz

Camila Morais | Vale da Unicórnia | Black Hair | Puro Charme

Blog Trendy | Ventos de Maio | Achei por aí | Inventando Moda

Jéssica Magarão blog | Coisas de Aline Ribeiro | Fuja dos Stress | Feh Oliveira

Desajustada | Amandicas | Charmosas Ideias | Nicole Trevisan


1. Vôlei
Eu joguei no time do colégio por muito tempo. Até mesmo quando já era ex-aluna (existia a possibilidade de continuar defendendo a escola até os 21 anos no nosso principal campeonato, que era contra as outras escolas técnicas federais). Hoje já não jogo mais. Faz quase cinco anos que eu abandonei o esporte, mas qualquer partida de vôlei que assisto na televisão me faz lembrar daquela época. Meu time era minha segunda família. Minhas melhores amigas eram minhas companheiras de equipe. Meu namorado na época treinava junto comigo. Impossível desassociar o esporte daquele tempo.

2. Plusert
O Plusert era meu blog na época do colégio. Ele está atualmente desativado para o público, mas ainda tenho o conteúdo salvo e volta e meia eu dou uma lida. Acho que tinha até uma ligação muito mais pessoal com o Plusert' do que tenho com o Degradê, principalmente porque postava um conteúdo muito mais pessoal, até mesmo íntimo, do que no Degradê, que por muito tempo tinha seu conteúdo limitado aos meus textos. De qualquer forma, como todas as postagens foram feitas durante meu colegial, é impossível não relacionar minhas postagens com minhas experiências.

3. Meus maiores sonhos
É fato que conforme crescemos, algumas coisas deixam de ser sonhos - ou se transformam em algo um pouco diferente. Ainda que isso tenha acontecido comigo, meus maiores sonhos daquela época ainda são os mesmos - e a parte mais legal é saber onde foi que eles se iniciaram. Em outras palavras, quais circunstâncias daquela época deram origem aos meus atuais sonhos.

4. 13 Reasons Why
Polêmicas a parte, a série me lembra muito meu ensino fundamental (e em algumas circunstâncias, o ensino médio também). Assim como muitos, também fui vítima de bullying e foi impossível assistir a essa série sem me lembrar de minhas próprias experiências.

5. Paramore
Eu estava no final do ensino fundamental, começo do ensino médio, quando o Paramore estourou e eu me apaixonei. Era minha banda favorita na época - e ainda continua como uma das minhas queridinhas.

6. Papelaria
Durante a faculdade, eu usava apenas caneta preta e papel sulfite. Juntava as folhas numa pasta e era isso. Não tinha caderno - e não tinha a mesma dedicação com minhas anotações que tive durante o ensino médio e o cursinho. Atualmente, com minha recém-descoberta paixão pelo Lettering, comecei a comprar canetas e outros diversos de papelaria novamente - e dá uma sensação de nostalgia.

7. Meus diários
Sempre fui uma Journal-Girl. Algumas fases mais do que outras - confesso que tenho lapsos temporais em algumas das minhas anotações. De qualquer forma, ainda mantenho todos e não são raras as vezes que me pego relendo meus pensamentos.

8. Amizade
Eu tenho amigos hoje (ainda que a eterna piada sobre mim na minha família seja que eu não tenho amigos), mas as amizades de hoje parecem tão mais ausentes que minhas amizades do ensino médio. Acho que era porque o convívio foi muito maior com o pessoal do meu ensino médio - por quatro anos, diariamente. Foi tão próximo, que ainda hoje temos reencontros e parece que nada mudou. Meus amigos da faculdade, por sua vez... Que tristeza...

9. The Sims
Era meu jogo favorito.

10. Anime e Mangá
Minha época de otaku foi durante minha oitava série e meus dois primeiros anos do ensino médio. Depois disso, eu me desencantei um pouco. Mas nesses anos eu era muito otaku. Adorava mesmo. Queria ir em todos os eventos que eu podia - queria comprar todos os mangás possíveis (tenho minhas coleções até hoje). Até fazia cosplay. Ai que saudades.





Não deixe de conferir os demais participantes:

Karen Moraes | Letícia Calisto | Estante 450 | My Sad Songs | Debinha Blaz

Camila Morais | Vale da Unicórnia | Black Hair | Puro Charme

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Jéssica Magarão blog | Coisas de Aline Ribeiro | Fuja dos Stress | Feh Oliveira

Desajustada | Amandicas | Charmosas Ideias | Nicole Trevisan


Ah, mas que dia mais romântico esse Dia dos Namorados, não? Para entrar nesse clima, nada melhor que ler um textinho e mandar para o mozão (ou para o crush). Pensando nisso, o Degradê escolheu 5 de nossos textos para você dar aquela implementada no seu Dia dos Namorados, seja mandando pro crush, seja só lembrando de quem você tanto amo. Bora conferir?

◆◇◆◇◆◇◆◇◆◇

Apaixonada


"Palavras não são o suficiente para dizer o que sinto por você ou descrever o que sinto toda manhã ao abrir meus olhos. Não achava que estaria aqui, tentando escrever palavras pra te emocionar; não imaginei que fosse sentir tudo o que sinto hoje. Nunca sequer cheguei a pensar que gostaria tanto assim de você. Pouco mais de um ano atrás, você era apenas o garoto que eu procurava porque me fazia sorrir, me fazia bem. Agora, você não deixou de ser o cara que me faz bem, mas passou a ser também a minha maior necessidade."

>> Leia o texto completo aqui

◆◇◆◇◆◇◆◇◆◇

Simples Assim


"Cozinhou para mim, me ganhou.
Simples assim.
Não é por causa da comida, não é por ter um homem me servindo. Eu me apaixono pelo seu olhar atento quando pergunta do que eu gosto e de como gosto – e do seu sorriso tímido quando digo que como do jeito que você fizer e você olha todos os seus ingredientes, se perguntando qual deles vai me agradar. Mesmo quando digo que quero do seu jeito, você ainda sim tenta me aprazer."

>> Leia o texto completo aqui

◆◇◆◇◆◇◆◇◆◇

É Sempre Amor


"-Você acredita que um amor possa acabar de uma hora para outra? – ela perguntou, ainda sem conseguir olhá-lo nos olhos. A garota fitava as próprias mãos, sua mente enchendo-se de lembranças, todas tristes e amargas, todas as que a levaram à separação daquele que tanto amava."

>> Leia o texto completo aqui

◆◇◆◇◆◇◆◇◆◇

A Tal da Friendzone


"Você é meu melhor amigo. Basta ver meu sorriso quando uma mensagem sua – ou você, em carne – chega, para saber que é real. Mas a verdade é que eu camuflei meu amor por todo esse tempo, porque dizer as palavras presas no meu peito era mais difícil do que esconder o que eu sentia. É mais fácil te colocar na tal da friendzone – te abraçar e me viciar no seu perfume, sem medo do dia em que meu conto de fadas acabará e levará meu coração."

>> Leia o texto completo aqui

◆◇◆◇◆◇◆◇◆◇

Fogo


"Pega minha mão e me puxa para perto; me pega no colo, me coloca nos seus ombros, me leva de cavalinho; me abraça, me segura, qualquer coisa, só não me deixe ir."

>> Leia o texto completo aqui

◆◇◆◇◆◇◆◇◆◇

Divirta-se com os textos, marca o mozão. Tenha um ótimo Dia dos Namorados.



Ah, o Dia dos Namorados está logo ali, batendo na porta. Já sabe o que vai fazer com o mozão nesse dia? Jantar a luz de velas em casa, maratona no Netflix? Pedido em casamento? Não há dia mais romântico que esse, não é? Mas também tem aquela dúvida: compro presente ou não? E se eu for comprar, o que eu dou? É aqui que o Degradê entra! Se o seu mozão curte ler um bom livro, confere aqui dicas de qual livro presentear!

O Pequeno Príncipe
por Antoine de Saint-Exupéry

Saraiva | Cultura | Amazon | Skoob

Na minha humilde opinião, ainda não foi escrito um livro tão completo e complexo quanto O Pequeno Príncipe. Na simplicidade da sua trama, contada como uma história para crianças, o livro fala sobre diversos assuntos: amor, amizade, crescimento, medo. Tudo isso em uma narrativa fácil e gostosa de ler e com ilustrações muito amorzinho. Sou suspeita, mas defenderei O Pequeno Príncipe eternamente como um livro que todos devem ler. E não apenas uma vez: diversas vezes. É o tipo de livro que cada vez que você lê, você interpreta diferente, pois você entende os personagens de maneira diferente. Presentão, hein?


Faça Amor, Não Faça Jogo
por Ique Carvalho


Ique começou como um blogueiro. Escrevia pequenos textos, em sua maioria com temas de relacionamento amorosos. Os textos, curtos, fizeram tanto sucesso que a (maravilhosa) Gutenberg o convidou a publicar um livro. Esse livro é o "Faça Amor, Não Faça Jogo", que nada mais é que uma antologia de seus textos, alguns já publicados em seu blog, outros inéditos. O tema da grande maioria dos textos é isso: deixe de joguinho. Ame! Alguns textos são melhores que outros, de fato, mas acho super válida a leitura (e a capa é linda)

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As Mentiras que Os Homens Contam
por Luis Fernando Verissimo


Veríssimo é um dos melhores cronistas brasileiros. Ele tem uma ironia e uma comicidade peculiar - e apesar de escrever sobre situações cotidianas, ele as narra de uma forma única. Suas crônicas são uma delícia de ler - e mesmo lendo mais de uma vez, nunca perde a graça. Recomendo e muito!

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Alice no País das Maravilhas
por Lewis Carroll


Alice é outro clássico da literatura - e mais do universo de literatura infantil que transcende o rótulo e também serve para adultos. Apesar de todo mundo conhecer a história da Alice, principalmente em virtude dos filmes que já foram feitos, poucos já pegaram o livro para ler. E acredite: vale a pena.

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A Parte Que Falta
por Shel Silverstein


Esse livro foi um grande sucesso nas redes sociais em virtude desse vídeo da JoutJout. Assim como O Pequeno Príncipe, é tido como um livro infantil, mas há algo muito maior por trás: uma crítica a forma como nos relacionamos atualmente (muito próxima da crítica que Bauman faz em seu livro Amor Líquido). As ilustrações não são muito trabalhadas, mas o livro é um amorzinho e nos faz refletir. Também é uma boa piada. (Dica: Dê em conjunto com O Pequeno Príncipe).

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Luísa Scheid nasceu e cresceu em São Paulo. É advogada e tem interesse especial em Direito Penal e Criminologia. Atualmente estuda para concurso público. É editora da Revista Maçã do Amor.

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