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última atualização em 10/11/2024


Esta postagem é dedicada ao registro das leituras da lista de filosofia do Projeto do Polímata. Entenda o projeto aqui.

O conteúdo desta postagem será atualizado gradativamente.


1. Prolegômenos

INÍCIO: 29/04/2022

FIM:

Os livros estão apresentados na ordem de minha leitura, não necessariamente na ordem em que se encontram no Ordenamento de Leitura (inclusive por ter a lista mudado durante a minha leitura).

1.1. A Vida Intelectual (A. D. Sertillanges)

Data de leitura: 03/06/2022
Nota: 3/5
Anotações: [x]
Citações favoritas:
O amigo do prazer é inimigo do seu corpo e depressa se torna inimigo da sua alma. 

1.2. O Trabalho Intelectual (Jean Guitton)

Data de leitura: 24/03/2023
Nota: 4/5
Anotações: [x]
Citações favoritas:
O mais belo no trabalho intelectual (e mesmo na escola, tão carregada de convenções) é que o trabalho do espírito é o espelho e o prelúdio daquilo que será mais tarde largamente prodigalizado na vida.

1.3. A Educação da Vontade (Jules Payot)

Data de leitura: 20/05/2023
Nota: 4/5
Anotações: [x]
Citações favoritas:

1.4. Controle Cerebral e Emocional (Narciso Irala)

Data de leitura: 12/08/2023
Nota: 2/5
Anotações: Eu não gostei muito da linguagem do livro. O conteúdo é ok, tem algumas partes interessantes, mas fiquei a maior parte da leitura apenas sofrendo para chegar ao final. Não foi prazerosa, e acho que acabei absorvendo menos do conteúdo por causa disso.
Citações favoritas:

1.5. O Trabalho Intelectual e a Vontade (Jules Payot)

Data de leitura: 19/12/2023
Nota: 3/5
Anotações: [x]
Citações favoritas:

1.6. Como Ler Livros (Mortimer Adler)

Data de leitura: 05/03/2024
Nota: 5/5
Anotações: Este livro é uma preciosidade. Gostaria de ter descoberto sua existência bem antes, talvez minha faculdade tivesse sido melhor. Gostei da forma com que ele é conduzido, mas, principalmente, gostei que a técnica dele pode me ser útil para muitas coisas, inclusive reduzir a quantidade de páginas a serem lidas no estudo para concurso público.
Citações favoritas:

1.7. Como Não Perder a Cabeça (Deal W. Hudson)

Data de leitura: 20/06/2024
Nota: 2/5
Anotações: O autor tinha uma intenção interessante (indicar obras que seriam "essenciais" em cada expressão artística), mas não trabalhou da melhor forma. A última parte do livro acabou se tornando entediante. A segunda parte poderia ter sido deixada de lado. Entendo que o autor não quis apenas fazer uma lista, mas muitas das informações (a análise feita) se tornaram inúteis e desinteressantes por falta de conhecimento das obras citadas.
Citações favoritas:

1.8. Conselhos sobre o Trabalho Intelectual (Louis Riboulet)

Data de leitura: 12/08/2024
Nota: 3/5
Anotações: Eu pulei esse livro na ordem de leitura do COA, pois achava que seria mais do mesmo e não estava com vontade de gastar para comprar esse livro. Acabei me surpreendendo e gostando dele - talvez por já estar com a leitura mais madura que para os dois primeiros, então consegui absorver melhor as ideias centrais, apesar de relativamente parecidas com os dois primeiros livros da lista.
Citações favoritas:
"A grandeza das ações humanas se mede pela inspiração que as faz nascer."
"A modéstia é o caráter inseparável do verdadeiro saber, assim como a suficiência e a pretensão formam o selo especial da ignorância e da semi-ciência. Os verdadeiros são modestos porque sabem que ignoram muito; os parvos são orgulhosos e arrogantes porque acreditam saber tudo."

1.9. Didascalicon: Sobre a Arte de Ler (Hugo de São Vitor)

Data de leitura: 02/09/2024
Nota: 2/5
Anotações: Acabei mudando a ordem de leitura desse livro. Quando comecei a leitura da lista, o livro era leitura obrigatória. Depois de uma das alterações, ele passou a ser leitura complementar. Como eu já tinha colocado ele na minha meta de leitura, decidi mantê-lo; apenas esperei para ler no Kindle Unlimited, por isso ficou fora de ordem.
No geral, achei que tinha algumas ideias interessantes no livro, mas eu o achei um pouco confuso; talvez tenha sido por causa da estrutura que ele deu. A linguagem, pelo menos, é bem tranquila de acompanhar.
Citações favoritas:

"Todas as artes são motivadas por isso, e a isto se ordenam: para que seja reparada em nós a semelhança divina, que em nós é forma adquirida, e em Deus é natureza, a qual quanto mais somos conformados mais sábios nos tornamos."



1.10.  A Tradição das Artes Liberais (Kevin Clark & Ravi Scott Jain)

Data de leitura: 09/11/2024
Nota: 3/5
Anotações: Achei a parte II a mais interessante (a parte em que eles realmente desenvolvem as sete artes liberais); é uma parte que, inclusive, merece uma releitura. Contudo, a partir da Parte III, o livro perde fôlego. Entendo que é um livro com abordagem cristã, mas acho que a escrita acaba se tornando um tanto repetitiva ao tentar convencer que todos os estudos devem ser voltados à filosofia divina.
Citações favoritas:


1.11. Como Pensar sobre as Grandes Ideias (Mortimer Adler)

Data de leitura: 
Nota: 
Anotações:
Citações favoritas:

1.12. O Critério (Jaime Balmes)
Data de leitura: 
Nota: 
Anotações:
Citações favoritas:

1.13. O Saber dos Antigos (Giovanni Reale)
Data de leitura: 
Nota: 
Anotações:
Citações favoritas:

1.14. As Ideias têm consequências (Richard M. Weaver)
Data de leitura: 
Nota: 
Anotações:
Citações favoritas:

1.15. Você Não Sabe Estudar (José Mário Chaves)
Data de leitura: 
Nota: 
Anotações:
Citações favoritas:


2. Nível 1



última atualização em 14/08/2024


Depois que comecei a estudar para a minha primeira segunda fase no concurso para Magistratura Estadual, descobri um gosto pelas matérias que compõem o núcleo que chamamos de Formação Humanística: Filosofia do Direito, Psicologia Jurídica, Sociologia Jurídica, entre outras. Isso me desencadeou a vontade de ler os autores que eu estava estudando, e não apenas o que outras pessoas falavam deles. Foi assim que descobri o Contra os Acadêmicos, um portal que visa melhorar o acesso aos estudos de Filosofia, incentivando os estudos autodidatas.

O COA apresenta diversas listas de leitura, ordenando as leituras essenciais para os estudos dos seguintes assuntos: Filosofia, História, Direito, Economia, Política, Linguística, Matemática, Lógica, Física, Química e Literatura. Além disso, também traz listas de leitura por autor, bem como listas auxiliares para conhecimentos como Idiomas, Música e Cinema. Confira o ordenamento completo aqui.

A partir disso, decidi me juntar e iniciar O Projeto do Polímata, seguindo as listas de leitura montadas pelo COA. Uma vez que é um projeto para toda uma vida, decidi criar posts para cada uma listas e atualizá-las conforme meu progresso. Esta postagem será a página guia para quem quiser acompanhar todas as minhas listas.


>> Acompanhe minha evolução de leitura


1. Filosofia

INÍCIO: 29/04/2022

FIM:

ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO: 14/08/2024

LEITURAS FAVORITAS:

  • Como Ler Livros

>> Confira aqui o registro de leitura


2. História

INÍCIO: 

FIM:

ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO: 

>> Confira aqui o registro de leitura.


3. Matemática

INÍCIO: 

FIM:

ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO: 

>> Confira aqui o registro de leitura.


4. Lógica

INÍCIO: 

FIM:

ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO: 

>> Confira aqui o registro de leitura.


5. Direito 

INÍCIO: 

FIM:

ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO: 

>> Confira aqui o registro de leitura.


6. Economia 

INÍCIO: 

FIM:

ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO: 

>> Confira aqui o registro de leitura.


7. Psicologia 

INÍCIO: 

FIM:

ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO: 

>> Confira aqui o registro de leitura.


8. Ciência Política 

INÍCIO: 

FIM:

ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO: 

>> Confira aqui o registro de leitura.


9. Literatura 

INÍCIO: 

FIM:

ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO: 

>> Confira aqui o registro de leitura.


10. Música

INÍCIO: 

FIM:

ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO: 

>> Confira aqui o registro de leitura.


TÍTULO: Para Sempre Alice
AUTOR: Lisa Genova
EDITORA: Nova Fronteira
Skoob | Amazon | Saraiva | Cultura

Meus ontens estão estão desaparecendo e meus amanhãs são incertos. Então, para que eu vivo? Vivo para cada dia. Vivo o presente. Num amanhã próximo, esquecerei que estive aqui diante de vocês e que fiz este discurso. Mas o simples fato de eu vir a esquecê-lo num amanhã qualquer não significa que hoje eu não tenha vivido cada segundo dele. Esquecerei o hoje, mas isso não significa que o hoje não tem importância

Alice é bem sucedida em sua vida profissional - é destaque em sua área de atuação - e é reconhecida por saber todas as referências bibliográficas possíveis. Sua vida particular não fica atrás: casada a anos com quem ama e tem três filhos já adultos. Mas sua "perfeita" memória começa a mostrar falhas, com pequenas dúvidas como "onde deixei meu carregador?"

É assim que sua vida começa a se desintegrar: no auge de sua carreira acadêmica, ela descobre ser portadora de Mal de Alzheimer de instalação precoce. A principio, Alice ignora a doença, mas quando ela admite que tem Alzheimer, vemos a força que ela tem por dentro, que ela usa para aguentar as bruscas mudanças de rumo que sua vida toma, pois precisará  de muito mais do que remédios para enfrentar esse monstro.



A trama é narrada por ela, então é impossível não perceber essa mudança dentro dela: tanto da perda de sua próprio personalidade para a doença, quanto do crescimento da força de manter o que ainda lhe resta. É um livro tocante, cada palavra, cada verdade dita pela personagem principal é comovente. Mostra um mundo que ignoramos a existência, e como essas pessoas sofrem, não apenas pelo que tem, mas por como os outros reagem perante suas dificuldades.

O marido de Alice é talvez a prova maior de que qualquer mal que ocorre a alguém não afeta apenas a vítima, afeta todos que a amam e estão em sua volta: John não admite em momento algum que está perdendo o amor de sua vida e se recusa a conviver com isso, não medindo esforços para trazê-la de volta.

Como disse, é emocionante. Uma sensível história sobre amor, sobre persistência, sobre a vida. Vale a pena ler, mas já prepare os lencinhos, porque é uma história triste.

NOTA: 8/10

 


Uma das minhas resoluções para 2022 é, como esperado, ler. Não coloquei mais, pois acho que leio o suficiente e não conseguirei ampliar minha rotina de leitura por prazer, considerando a quantidade de leitura que tenho para o concurso público. De qualquer forma, dentro da minha resolução ler, tenho como objetivos:

- Ler 1 livro por mês

Acredito que 12 livros no ano é um número bem realista. Em 2021, eu consegui ler 24 livros, considerando algumas leituras para o concurso. Para o ano que vem, quero que esses 12 livros sejam estritamente para o lazer.

- Descobrir outros tipos de leitura

Com a crescente de newsletter e revistas online, e considerando a minha amada Maçã do Amor, quero me aventurar mais na escrita alternativa à literatura tradicional. Vou incluir aqui também blogs. Faz bastante tempo que não leio muitos blogs, e sinto falta da minha antiga conexão com a blogosfera.


Lista de Livros

- Tykhe, por Thais Rocha

- O Nome do Vento, por Patrcik Rothfuss

- Sombra e Ossos, por Leigh Bardugo

- Dragões de Éter 2

- Guerra dos Tronos

- Na Própria Carne

- A Hospedeira

- A Travessia

- Stardust

-

-

-


Deixei alguns espaços vazios, pois sempre surgem interesses ao longo do ano. Quando souber o que mais quero ler, completo a lista. Para quem quiser acompanhar minha leitura, estou também no Skoob. E você? Qual é a sua meta de leitura para 2022?



No último Natal, eu ganhei o Caligrafia para Relaxar da Amy Latta. Eu já tinha um livro de Lettering, que eu usei muito pouco (em parte porque está em alemão, em parte porque eu não gostei muito dele), então estava com um pouco de receio do que iria encontrar. Confesso que teve um pouco de prepotência, achando que o livro seria básico demais para minha "tamanha experiência em Lettering". Como sempre, a prepotência se mostrou equivocada e já no primeiro capítulo vi que o livro era perfeito para mim. A Amy mistura as técnicas de lettering com temas para crescimento pessoal. As artes são apenas um resultado e talvez por isso os resultados sejam tão bons.


Título
Caligrafia para Relaxar

Autor
Amy Latta

Editora
Sextante

Links
Skoob | Amazon | Saraiva | Cultura


Foram 47 capítulos de muito trabalho e autoconhecimento e estou muito satisfeita com tudo que aprendi e produzi. No pouco mais de um mês que levei para ler e fazer quase todos os  exercícios, vi minha técnica melhorar em uma velocidade que nunca achei ser possível. Toda minha visão de arte de lettering mudou depois desse livro e bom.... vamos dar uma olhada em algumas das artes?

>> Leia também: Minha Evolução no Lettering [2018-2020]


◆◇◆◇◆◇◆◇◆◇



Esta é uma das minhas artes favoritas do livro porque foi nela em que eu realmente comecei a pensar mais em decoração. Antes desse livro, eu sempre deixava a decoração de lado, um pouco por não saber como fazer, um pouco por achar que só as letras já seriam o suficiente. Aqui está um dos meus maiores aprendizados com esse livro: como arte, o lettering não é apenas sobre o que está apresentado, mas no como. A forma é importante, porque ela é feita para agraciar os olhos do apreciador. Então, foi com essa arte que comecei a dar uma chance para as decorações.

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Uma das melhores sensações da vida é olhar para algo que você criou e pensar "Que foda que ficou". A (minha) autocrítica é sempre tão grande que momentos de autoaprciação são raros. Essa arte, contudo, fez até as mais chatas das minhas vozes internas se calar. Tudo que eu consegui pensar assim que terminei foi "Não acredito que eu fiz isso", com um sorriso enorme na boca. Mesmo depois de já ter passado um tempo, ainda estou encantada com a qualidade das minhas letras nesta arte.

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Gosto desta arte principalmente pelo tema do capítulo, sobre deixar as coisas ruins que passaram para trás e trabalhar com a nova chance de fazer dar certo que temos todos os dias. Se tem algo que aprendi com esse livro é que continuar construindo o melhor, continuar aproveitando as chances sempre é o melhor caminho.

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A PRÁTICA LEVA À EVOLUÇÃO foi uma das primeiras frases do livro. Ainda não estava convencida com o método do livro, mas já na metade do livro, eu tive que voltar para esse capítulo e lê-lo de novo e rever todas as minhas artes antigas. Surpresa: a prática REALMENTE leva à evolução.

>> Leia também: Minha Evolução no Lettering

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Apesar de não ser a melhor das artes que fiz com o livro, este lettering foi um marco para mim: foi o primeiro que planejei. Sempre que decido fazer uma arte, a única coisa que penso em: qual a frase. Não faço esboços antes. Simplesmente pego o papel e começo a fazer o rascunho e logo já passo a limpo. Não faço testes de layouts e de combinação de fontes... ou melhor, não fazia. Este foi o primeiro que fiz um esboço primeiro. Foi apenas um, pois logo gostei do que criei, mas foi muito mais fácil fazer a versão final com um esboço pronto. Acabei aderindo ao esboço no processo criativo.

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Essa é uma das minhas artes favoritas. Adorei o resultado da palavra GENTIL e já quero fazer esse tipo de arte em todos os meus letterings.

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Outra das artes em que eu me surpreendi com o resultado... e foi uma das que planejei antes de começar a fazer. Não que eu não goste das minhas artes espontâneas, mas o resultado é realmente diferente.

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O que achou do resultado? Quem aí também já brincou com esse livro?


Gallagher Girl é uma série de livros escrita por Ally Carter, que conta as aventuras de Cameron Morgan, uma garota que estuda em uma escola para espiãs, escondida atrás de uma fachada de escola para garotas extraordinárias. Filha da diretora, a garota conhece a escola como a palma de sua mão, domina diversas línguas diferentes, sabe se esconder como ninguém.


A série consiste em seis livros. No Brasil, ela foi publicada pela Editora Galera Record, mas apenas até o quarto livro.


É difícil falar sobre a série como um todo e explicar o motivo pelo qual eu gosto dela - principalmente, do caminho que ela toma - sem dar spoilers. Prometo tentar limitá-los, mas fica o aviso de que há spoilers (pelo menos em quantidade reduzida) nessa resenha.


Comprei o primeiro livro em 2011 (faz tempo, hein?), quando viajei para Londres pela primeira vez. Nunca tinha ouvido falar da série, acho que ainda não tinha chegado no Brasil (ele é vendido aqui pela Editora Galera Record). Comprei o primeiro pelo título e pela capa. E comprei o segundo junto, just because.

Li o primeiro. Foi difícil entender tudo, porque meu inglês na época era bom, mas eu não estava acostumada a ler romances em inglês. Gostei, mas sabe-se lá porque, não li o segundo. Em 2016, minha mãe foi para Nova York e comprou os quatro livros que faltavam da coleção... que ficaram guardados no meu armário para sempre, como todos os outros livros da minha meta de leitura dos últimos quatro anos.

>> Leia também: Lista de Leitura - 2020

Com a minha decisão de colocar um ponto final na minha enorme lista de não livros em 2020 (com direito a doar e vender TODOS os livros não lidos em dezembro de 2020), chegou o momento de ler a série inteira. Reli o primeiro livro e, apesar de não ser a mesma adolescente de 2011, eu gostei e ouso dizer que gostei ainda mais porque hoje em dia meu inglês é fluente. E a apreciação pela série foi apenas crescendo durante os livros.

A série me prendeu por completo. Li todos os livros como um flash e fazia um bom tempo que eu não lia tão rápido. A narração da Ally Carter é uma delícia e ela termina todos os capítulos com alguma tensão, fazendo com que você não consiga largar o livro e fique sempre naquele "só mais esse capítulo". É claro que tem algumas falhas, como ela repetir quinhentas vezes que a protagonista é uma espiã (e em algum momento, isto ficar repetitivo), mas não é algo que atrapalha por completo a experiência.


O primeiro livro nos apresenta Cameron Morgan, a Camaleão. Ela é poliglota, capaz de derrubar qualquer um em um confronto, capaz de esconder na multidão como ninguém.. mas não faz a menor ideia de como se relacionar com um rapaz. I'd Tell You That I Love You, But Then I'd Have to Kill You (em português, Escola de Espiãs) tem seu charme ao tratar do romance adolescente entre uma espiã e um garoto normal, mas no enredo como todo, é apenas a apresentação do universo.



Começamos a enxergar isso no segundo livro, Cross My Heart and Hope to Spy (em português, Espiã para sempre), quando o par romântico de Cammie é trocado e, apesar de ter um enredo de romance, ele deixa de ser o foco. Neste livro, quando um grupo de garotos espiões se muda para a mansão das Gallagher Girl e passa um semestre lá, coisas estranhas começam a acontecer, então Cammie e suas amigas se questionam se podem confiar neles.



O verdadeiro plot da série começar aparecer no terceiro livro, Don't Judge a Girl by her Cover (em português, Espiãs também se enganam). Macey McHenry, uma das melhores amigas de Cammie e e descendentes da fundadora das Gallagher Girls, está sendo perseguida por uma organização terrorista e nada impedirá que Cammie tente salvar a amiga. O terceiro livro é o mais devagar de todos, com Cammie escapando da escola com frequência para ter certeza que Macey está bem, mas tem um bom plot twist ao final.



O quarto livro, Only the Good Spy Young (em português, Espiãs se arriscam em dobro) começa de uma forma absurdamente assustadora, porque trás outro plot twist que te deixa maluco: uma das pessoas em quem Cammie mais confia é revelada como traidora. E Cammie não sabe mais em quem pode confiar, enquanto luta contra a organização terrorista (Circle of Cavan, em português, o Círculo) a que fomos apresentados no livro anterior. A melhor parte deste livro é como ela consegue ligar com segredos e interações dos livros anteriores.



O quinto livro, Out of Sight, out of Time, é o mais obscuro de todos. A premissa desse livro é que a Cammie perdeu a memória durante o verão e os personagens estão tentando refazer os passos dela para descobrir o que ela fez e o que ela sabe. Definitivamente a Cammie deste livro não é a Cammie que conhecemos no primeiro livro, mas antes coisas aconteceram com ela que faz sentido. A jornada dela é de partir o coração, ao mesmo tempo em que você fica na ansiedade de entender o que está acontecendo. 


O sexto livro, United We Spy, contudo, perdeu o ritmo que os dois livros anteriores estavam ganhando. Não é um livro especificamente parado, como foi o terceiro, mas em comparação aos outros livros, tem uma narrativa fraca. Tem alguns pontos fortes na trama, mas é, provavelmente o pior dos livros das série. Não é ruim em si. Ally Carter ainda mantém sua narrativa de um forma deliciosa... Mas eu esperava um amadurecimento muito maior dos personagens neste livro. Não senti um verdadeiro fechamento de nenhum dos arcos dos diversos personagens principais.



A série tem plots é bem trabalhados e cada livro carrega grandes consequências para o próximo. Como trama geral, acho que tem muitos pontos positivos, mas acho que teve um pouco de enrolação em pelo menos dois livros, principalmente o último. Apesar de eu ter gostado do final e de como não há pontas soltas, eu esperava um final mais grandioso (confesso).

Reconheço os méritos e acho que, como literatura infanto-juvenil, é uma ótima pedida. Recomendadíssimo!



Nota: as passagens desta resenha que contém spoilers estão demarcadas e o texto está em branco. Para lê-lo, basta selecionar todo o conteúdo entre as marcas [INÍCIO DO SPOILER] e [FIM DO SPOILER]

Em um país totalitário, o governo cria um programa anual em que uma turma do ensino fundamental é escolhido para participar de m jogo. Os estudantes são levados para uma área isolada, onde recebem um kit de sobrevivência com uma arma para se proteger e matar os concorrentes. Uma coleira rastreadora é presa no pescoço de cada um delas. O jogo só termina quando apenas um estudante restar vivo. Ao final do Programa, o vencedor é anunciado nos telejornais para todo o país. As regras do jogo foram criadas para que não haja uma forma de escapar. E a justificativa da matança é mostrar para a população como o ser humano pode ser cruel e como não podemos confiar em ninguém - nem mesmo nosso melhor amigo da escola.

Comecei a ler já tendo uma ideia do que se trata e sabendo que o autor não teria a menor piedade dos leitores. Até porque não teria como, considerando a história... Apesar de ter ouvido que o livro era muito bom, minha primeira impressão não foi das melhores. Logo no começo, há uma lista de chamada com os nomes de todos os 42 alunos personagens da história, que eu apenas bati os olhos.

Depois vem uma introdução, que explicou o conceito de Battle Royale (pessoas lutando até sobrar apenas uma pessoa em pé ou viva) e por fim o prólogo, de traz um clima de Jogos Vorazes que até é interessante. Mas então cheguei no primeiro capítulo e demorei dois dias para ler as três primeiras páginas. E não parou por aí: tive que voltar para o começo depois de apenas três páginas.

O primeiro capítulo dá um breve infodump, apresentando todos (ou quase todos) os 42 alunos. Como são nomes japoneses, para quem não está acostumado, é difícil registrá-los como indivíduos no meio de tanto nome e informação. E para piorar, ainda tem vários nomes muito parecidos! Pensa na dificuldade para associar nomes aos personagens. Foi por isso que recomecei a ler e anotei pequenas informações na lista de chamada do começo...

E esta lista me acompanhou durante toda a leitura. Quando o jogo realmente começou, eu a usei para acompanhar quem estava vivo, quem estava morto e, principalmente, QUEM ESTAVA MATANDO GERAL. Anotei cada morte ou informação nova  na lista (como quem estava agrupado com quem); provavelmente por isso a leitura foi fácil de acompanhar a partir daí (apesar de eu continuar sem associar personagens no começo).

Quem já leu ou já viu Jogos Vorazes, já imagina que o que vai encontrar. Quem não, já aviso: mortes. E são muitas delas! E elas vão te destruir, já te aviso. Fui ler já esperando uma carnificina, mas mesmo assim fiquei chocada com a primeira morte, que é com certeza uma das mais fortes, porque não estamos esperando por isso.

Algumas mortes são mais interessantes que outras. Não sei se foi intencional ou não... Se foi, o Koushun Takami foi genial. Analisando todas as mortes, parece que o escritor teve um cuidado maior com algumas, para deixá-las mais emblemáticas. São 42 alunos ao todo, e o objetivo do jogo é que todos se matem... Então é óbvio que a esmagadora maioria vai morrer, alguns de formas mais bobas, outras de formas mais elegantes. E gente... Algumas mortes DESTRUÍRAM meu coração.

[INÍCIO DO SPOILER]
Shinji, o grupo de meninas, a própria Yuko. O casal se suicidando. Todas elas foram bem fortes para mim. Não cheguei a chorar, mas o coração doeu viu. E meu Deus, chorei demais! Com a última morte! O autor me sacaneou demais, logo o meu queridinho.
[FIM DO SPOILER]

Apesar da quantidade de sangue derramado e da quantidade de páginas para chegar ao final, eu adorei o livro e com certeza recomendo para qualquer leitor que goste do gênero distopia. Mas fica o aviso que não é um livro leve!

Divirtam-se!


Nota:
10/10

2018 foi um ano mais conturbado do que espera que fosse. Entre fazer a prova da OAB, voltar a estudar alemão, entrar na vida de concurseira, participar de um musical e escrever meus livros, sobrou pouco para ler - e, confesso, faltou vontade.
Até comecei bem o ano, mas com o passar dos meses, com minhas metas atrasadas, fui perdendo cada vez mais a vontade de correr atrás e ler todos os livros me propus ler no começo do ano.
Da minha longa e tão milimetricamente organizada lista de leitura que contava com 56 livros no começo, li apenas 12.

>> Veja aqui: Lista de Leitura - 2018


A parte boa é que basicamente já tenho minha lista de leitura de 2019 pronta, com alguns adicionais. Espero que esse ano de 2019, minha leitura seja melhor.

Enfim, bora ver o resumo do que foi 2018?


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Skoob | Amazon | Saraiva | Cultura

Nota: 6/10

Em resumo, o livro teve alguns pontos bem baixos - devo dizer da segunda parte até a metade da quarta parte. Só já quase na parte final que o gás retomou, talvez porque eu estava determinada a terminar de ler. Parte do final é esperado (quero dizer, ele não mudou os fatos originais), mas o que leva a cena final me pegou de surpresa de certa forma.
Wicked foi um misto de decepção por um lado e surpresa por outro. Teve como ponto forte a trama, que eu achei que conhecia, por causa do musical, mas não conhecia; mas teve como ponto fraco a escrita em si. De qualquer forma, a Elphaba da primeira parte, a bebê verde, é tão encantadora, que não consigo dizer que o livro é ruim. Acho que vale a pena a leitura.

>> Leia a resenha completa aqui

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Skoob | Amazon | Saraiva | Cultura

Nota: 6/10

Particularmente, eu acho que é o tipo de livro que todo mundo deveria ler - não porque ele é magnífico, mas pela mensagem que ele é traz: sobre como nossos atos podem trazer consequências inesperadas na vida dos outros, sobre como podemos machucar as pessoas sem perceber... Sobre como sobre emocionalmente responsáveis pelas pessoas com que convivemos.
De fato, gostei mais da série do que livro, pois o desenvolvimento dos personagens foi melhor. Não é demérito do livro. Como contado apenas pelo ponto de vista de um personagem e acontece tudo em uma única noite, não há muito espaço para outros personagens além do Clay.
Apesar de toda polêmica, ainda acho que é uma boa opção de leitura.


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Skoob | Saraiva | Cultura

Nota: 6/10

Imagine universo fantasioso cheio de criaturas fantásticas com direito a artefatos mágicos e uma pitada de universos paralelos. Misture isso com sede de poder e descumprimento de regras. Isso é Sr. Segunda-Feira! 
O livro nem de longe foi um dos meus livros favoritos, mas não é um livro ruim. Minha leitura apenas não foi melhor pois estou muito fora do público alvo. O personagem principal tem doze anos e, no auge dos meus vinte cinco, ficou difícil de me identificar com o Artur. Contudo fiquei realmente apaixonada pelo universo. Vale a pena dar uma chance para essa série.

>> Leia a resenha completa aqui


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>> Leia as Primeiras Impressões aqui


Nota: 7/10


É difícil explicar minha visão deste livro sem dar spoiler.... Mas enfim: eu comecei o livro com uma ótima impressão. A narrativa flui bem - e como todo bom thriller te prende logo no começo. Da metade para o final, contudo, meu interesse diminuiu: em parte porque a "grande" revelação não foi tão surpreendente e todos os acontecimentos pós plot-twist não me desceram bem. Acho que vale a pena ler sim, mas se preparem para uma decepção, se forem alucinados por thrillers como eue.


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Nota: 8/10

Eu vi o filme no ano passado - e gostei bastante da trama. Acabei começando a ler o livro despretensiosamente pois já conhecia o enredo.  Devo deixar claro que não sou do tipo que gosta de romances românticos em geral, mas Me Before You me conquistou. Lou é cativante e o romance entre ela e Will é emocionante. Como a grande maioria dos livros, claramente ele é melhor que o filme. Não cheguei a chorar, mas deu aquela dorzinha no final. Recomendadíssimo!


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Nota: 4/10

O livro é gostoso e de fácil leitura. Os contos fluem com rapidez e logo você está no final sem nem perceber. Não está entre os meus favoritos, pois me incomodou o fato de trocar de conto e eu sentir como se estivesse lendo a história da mesma personagem de novo e de novo e de novo. Todas as personagens pareciam-me a mesma mulher, tão somente passando por situações diferentes.


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Nota: 6/10

Confesso que comprei esse livro primeiro pela capa e depois pela premissa (adoro uma boa distopia, misturada com fantasia então! Não poderia ser ruim, poderia?) e me decepcionei. Apesar da boa ideia, acredito que a autora se perdeu um pouco ao tentar usar de tantas referências de sucesso. Colocou tantas coisas dentro de uma mesma trama que perdeu a chance de se tornar uma grande crítica social, como são as distopias em geral. O único personagem que me surpreendeu positivamente foi o príncipe Maven - o plot twist dele é realmente inesperado, mas até hoje não sei se vale a pena ler A Rainha Vermelha apenas por ele.  Ainda preciso pensar um pouco mais sobre esse livro.


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Nota: 7/10

O Circo Mecânico é um livro completamente fora de tudo que já li antes. Não pela trama, pois quem lê sci-fi e distopia está acostumado a ver as mais diversas loucuras - o que me surpreendeu não foi o fato de parte dos personagens do Circo serem meio-robôs, mas a forma com que a trama é guiada, com mudanças de pontos de vista inesperados e pequenos segredos que se revelam pouco a pouco. Recomendíssimo pela experiência literária que é esse livro (além de ter uma capa maravilhosa).


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Nota: 7/10

No geral, achei um livro bom. Um dos meus favoritos? Não. Ainda sim, bom. Mas Luisa, você recomenda Jardins da Lua? Sim, recomendo, mas leia com paciência. Leia anotando as informações se possível. Leia conjuntamente com outro livro. Não é um livro fácil. Mais fácil é abandoná-lo do que persistir na leitura.

>> Leia aqui a resenha completa


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Nota: 6/10

Eu sempre fui apaixonada pelo universo que Tolkien criou, mesmo antes de ler os livros, com base apenas nos filmes. É verdade que sou suspeita por ser também apaixonada por universos semelhantes de diversas outras histórias (amo de D&D e não tenho vergonha nenhuma). Dito isso, nunca soube muito bem o motivo que me fez demorar tanto para ler a trilogia do O Senhor dos Anéis.

O universo de Tolkien é maravilhoso. Ele tem um dom para descrever é inacreditável - todas as criaturas são muito palpáveis. É fácil de visualizar onde estão, quem são, como o ambiente as afeta. Mas nada é perfeito. Para o meu gosto, acho que o que Tolkien tem de incrível na criação de personagens e na ambientação, ele tem de falha no avanço de narrativa. As coisas não acontecem. Para quem conhece a história pelo filme e sabe mais ou menos onde os personagens vão chegar, parece que demora uma eternidade. E esse foi um dos motivos que me deixaram um pouco frustrada com o livro. Ainda sim, seguirei firme e forte nos outros livros da trilogia.


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Nota: 4/10

O Raphael escreve bem e a narrativa flui bem, mas não posso dar uma nota maior sobre um livro que romantiza tanto um relacionamento abusivo. A trama é um pouco inverossímil em alguns pontos - como por exemplo o fato de Téo carregar Clarice para cima e para baixo dentro de uma mala. Por menor que a jovem seja, não consegui aceitar isso como uma realidade. Tanto que passei a maior parte do livro acreditando que no final tudo teria sido apenas imaginação, mas não foi. Teria melhor se tivesse sido, pois não consegui engolir o final. Daria para passar por cima por toda a misoginia do Téo, não fosse pelo final.

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Nota: 6/10

Drácula entrou na minha lista leitura apenas porque participei de um musical baseado na obra de Bram Stoker. Demorei mais de mês para terminei, em parte porque achei que as coisas demoram a acontecer e em parte pela forma com que a trama é narrada (através de diários, notícias de jornal e cartas, entre outros). Fiquei um pouco decepcionada com o final do livro - quero dizer, a linha narrativa me pareceu um pouco simples, gostaria de ter visto mais da atuação do Drácula do que realmente é mostrado. Apesar dos pesares, como todo clássico, acho que vale a pena ler.



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Luísa Scheid nasceu e cresceu em São Paulo. É advogada e tem interesse especial em Direito Penal e Criminologia. Atualmente estuda para concurso público. É editora da Revista Maçã do Amor.

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