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Imagem de fundo por Paradanmellow


Assim era o Império, e sempre seria, não importava o lugar ou o povo. Todos eles eram instrumentos cegos para as mãos que os modelavam
(Steven Erikson)




Título
Jardins da Lua
O Livro Malazano dos Caídos - Livro I

Autor
Steven Erikson

Editora
Arqueiro

Links
Skoob | Amazon | Saraiva | Cultura




Desde pequeno, Ganoes Paran decidiu trocar os privilégios da nobreza malazana por uma vida a serviço do exército imperial. O que o jovem capitão não sabia, porém, era que seu destino acabaria entrelaçado aos desígnios dos deuses, e que ele seria praticamente arremessado ao centro de um dos maiores conflitos que o Império Malazano já tinha visto.
Paran é enviado a Darujhistan, a última entre as Cidades Livres de Genabackis, onde deve assumir o comando dos Queimadores de Pontes, um lendário esquadrão de elite. O local ainda resiste à ocupação malazana e é a joia cobiçada pela imperatriz Laseen, que não está disposta a estancar o derramamento de sangue enquanto não conquistá-lo.
Porém, em pouco tempo fica claro que essa não será uma campanha militar comum: na Cidade do Fogo Azul não está em jogo apenas o futuro do Império Malazano, mas estão envolvidos também deuses ancestrais, criaturas das sombras e uma magia do poder inimaginável.
Em Jardins da Lua, Steven Erikson nos apresenta um universo complexo de cenários estonteantes e ações vertiginosas que mostram por que esta é considerada uma das maiores sagas épicas. 


Esqueça tudo que você conhece sobre livros de fantasia. Jardins da Lua não é parecido com nenhum deles. É único - e sua unicidade tem pontos positivos e negativos. É tão único, que é até difícil de começar a escrever sobre ele. Demorei mais de mês para conseguir terminar, pois não é um livro de leitura fácil. É confusa - tão confusa que sequer consegui escrever um pequeno resumo da trama de modo satisfatório.


Dito isso, vamos ver o que vai sair dessa resenha - ou dessa experiência literária.




O primeiro ponto é: não deixe se enganar pela sinopse como eu me deixei. Não abra esse livro esperando para ler a história de Ganoes Paran. Jardins da Lua apresenta mais de vinte personagens e não há um personagem principal. Ganoes Paran nem sequer é o personagem da capa do livro.

Apesar de ser um livro de fantasia, para a surpresa de muitos (minha, inclusive), ele foge do clássico "Saga do Herói", presente nos mais diversos livros da literatura contemporânea. Não existe a luta entre o Bem e o Mal. Na verdade, não há ninguém que se apresente como vilão, assim como não há um mocinho.


Há, como eu disse, diversos personagens diferentes, em núcleos distintos e com objetivos próprios. São bons personagens - em sua maioria sim. Mas são muitos. Esse número grandioso de personagens é um dos motivos de Jardins da Lua ser tão confuso. As linhas narrativas de diversos desses personagens nem sequer se tocam - ouso dizer que muitas das linhas são até desnecessárias para o desenvolvimento da trama principal.


E por haver diversos desenvolvimentos de tramas separados, ocorrendo em núcleos distintos, fica uma sensação de: "Mas que raios que está acontecendo aqui?". As coisas não parecem fazer o menor sentido no começo. Os acontecimentos são muito dispersos e há pouca explicação. Coisas acontecem e ponto final.


Mas elas acontecem muito rápido e sequer há tempo para se entender os motivos por trás - ou mesmo as possíveis consequências. De certa forma, tudo é muito frenético. Há partes do livro em que há diversas trocas de ponto de vista e cada uma dessas cenas contém dois, três parágrafos. É o estilo do autor, mas para o tipo de história que ele estava contando, na minha humilde opinião, não foi a melhor escolha.


Entendam: ele não escreve mal. Aliás, escreve muito bem. Mas Erikson colocava tanta informação em apenas três parágrafos que eu não conseguia ler mais de dez páginas sem começar a sentir dor de cabeça. Juro, durante esse mais de mês, fiquei em um estado de sofrimento psicológico, porque queria entender o que estava acontecendo e não conseguia. Não conseguia avançar na leitura com fluidez.


Quando me perguntavam sobre o que era o livro, eu nem ao menos conseguia explicar. Tem uma imperatriz. Ela quer uma cidade que está fora do seu domínio, mas todos esses planos de dominação tem envolvido traições. Tem uns Deuses envolvidos, mas não sei o que eles querem. Tem umas raças diferentes, que eu também não entendo. E era isso. 


Somente fui entender o conflito cerne do livro na página 450. Ok. Então eu descobri sobre o que era. Mas me custou mais da metade do livro e toda a minha paciência. Quando terminei de ler, respirei aliviada. Tirou um peso dos meus ombros, pois não queria abandonar o livro, até porque todas as resenhas que li diziam que no começo a leitura era meio difícil, mas que depois ficava muito bom.


Estou esperando por esse depois até agora.


De fato, depois de algumas trezentas páginas, você se acostuma com o estilo. Os nomes dos personagens acabam ficando mais marcados e você consegue acompanhar os acontecimentos mais facilmente. Agora, muito bom mesmo não fica por causa das linhas narrativas "paralelas" que não agregam em nada ao desenvolvimento da trama.


Vou dar um exemplo mais claro sem muitos spoilers. Há deuses envolvidos na trama. Eles aparecem raramente, mas seu envolvimento é muito marcado pelos outros. O tempo todo o autor fala da intervenção dos deuses - e me pareceu que isso era muito importante, que faria uma grande diferente ao final do livro. Mas não fez. A maioria das intervenções passaram em branco. Poderiam nem existir.



Imagem de fundo por Paradanmellow

Por outro lado, o livro também seus pontos positivos. O autor tem muitos méritos. O universo de Jardins da Lua me convenceu. Dá para ver a preocupação com a construção do mundo. Como o próprio autor diz no prefácio, ele tinha muito material. E muito material bom. Os personagens, os lugares, as ideias das batalhas, tudo é um excelente mundo fantasioso.

Alguns personagens são muito melhores que outros, isso é verdade. Diria que são os que tem algum diferencial (Kruppe. Tenha esse nome em mente. Ao meu ver, ele é o melhor dos personagens). Mas no geral, o elenco dele é bom. 


A grande sacada deste livro, contudo, é fazer desse universo fantasioso um grande jogo político. Tem batalha, tem; tem magias mirabolantes, tem. Tem dragões, tem tudo que uma fantasia merece. Mas o gatilho de cada desenvolvimento é mais político do que mágico. A todo momento alianças são feitas e quebradas, mais do que feitiços são conjurados.


Outro ponto que gostei bastante do livro foi o fato de cada parte e cada capítulo iniciar com um poema, todos criados pelo Erikson e relacionados ao universo do livro. Confesso que não entendi metade dos poemas (apesar de ter um feeling que tem algo a ver com a trama), mas a ideia em si foi o bastante para me conquistar.




Por fim, o último dos pontos positivos é a imprevisibilidade da trama. Muitos livros de fantasia, principalmente por seguirem a Saga do Herói, tem alguns pontos previsíveis. É a luta do Bem contra o Mal - o Bem vai ter alguns dificuldades, mas vai vencer no final. Quem vai ficar com quem e todas essas outras coisas.

Por não seguir este modelo, não dá para prever o desenvolvimento da trama em Jardins da Lua. Como sou do tipo de leitora que gosta de ser surpreendida, nesse sentido, o livro me convenceu também. Apesar do meu estado de impaciência enquanto lia, muitas cenas e muitas reviravoltas me surpreenderam.



No geral, achei um livro bom. Um dos meus favoritos? Não. Ainda sim, bom.

Mas Luisa, no final de tudo isso, você recomenda Jardins da Lua? Sim, recomendo, mas leia com paciência. Leia anotando as informações se possível. Leia conjuntamente com outro livro. Repito, não é um livro fácil. Mais fácil é abandoná-lo do que persistir na leitura.

Acho que esse é o tipo de livro que demanda uma releitura. Pretendo eu mesma reler daqui algum tempo (preciso de um pouco de paz desse livro). Conhecendo a maioria dos personagens, sabendo o que vai acontecer, talvez eu aproveite mais a leitura.



E ai? Alguém ai já leu Jardins da Lua? Conta nos comentários o que achou!



TÍTULO: Peter Pan
TÍTULO ORIGINAL: Peter Pan and Wendy
AUTOR: J. M. Barrie
EDITORA: Salamandra


"Estranhas folhas de árvore no chão do quarto das crianças, um menino, vestido de folhas e de limo, que aparece subitamente... Bem que a intuição da senhora Darling lhe dizia que algo estava para acontecer. Logo, seus filhos estariam envolvidos numa incrível viagem à Terra do Nunca, onde os adultos não entram e de onde muitas crianças não voltam jamais!"




Todas as crianças crescem – menos uma. É assim que começa essa fascinante aventura tão conhecida. A trama de Peter Pan não é surpresa para ninguém. Narrado em terceiro pessoa, o livro conta a história de Wendy Darling, filha mais velha da família Darling. Como toda criança, Wendy sonha com a Terra do Nunca, um universo de contos de fadas. Certa noite, encontra-se com Peter Pan, um garoto de sua idade que jamais crescia e que morava na Terra do Nunca. Peter vinha visitar a casa Wendy com frequência para escutar sua histórias.

Wendy é uma ótima contadora de histórias e Peter é apaixonado por elas - por isso ele decide levá-la para sua terra. Como pedido pela garota, Peter leva, ainda, os irmãos desta, João e Miguel. Ele os ensina a voar e os guia para fora de casa - para um lugar encantado.

Ao chegar na Terra do Nunca, os irmãos Darling conhecem os Meninos Perdidos, meninos que caíram do que carrinho de bebê quando a babá não estava olhando e foram mandados a Terra do Nunca e os piratas, adultos malignos que viviam atrás dos meninos perdidos. Entre todos malignos piratas, um era o pior de todos: o capitão Jamie Gancho, que tem certa obsessão por Peter e fará da visita dos irmãos Darling à Terra do Nunca uma aventura.

"No meio deles, a pérola maior e mais negra dessas jóias tenebrosas, lá vem recostado o Capitão Gancho, Jamie Gancho (...) Todo mundo costuma dizer que ele é o único sujeito de quem até o diabo tem medo. (...) O capitão tem a cara morena e um ar cadavérico, com cabelo comprido penteado em cachos longos, que de longe parecem umas velas pretas – coisa que acaba dando uma expressão especialmente ameaçadora a um rosto que até poderia ser bonito. Tem os olhos azuis da cor de miosótis e um olhar triste e melancólico – a não ser quando está enfiando o gancho em alguém, porque nesse caso os olhos ficam vermelhos e se acedem horrivelmente."

Não há nenhuma surpresa no livro. Particularmente eu esperava algo mais no estilo de As Crônicas de Nárnia quanto a narrativa, mas minhas expectativas foram frustradas. Sempre fui apaixonada pelo Peter Pan, tanto pelo desenho da Disney quanto pelo filme de 2003 (com o lindo do Jeremy Sumpter), e pedi o livro no meu aniversário de 16 anos. Demorei anos para lê-lo, pois tinha medo de me decepcionar. Gostei do livro, mas realmente esperava muito mais. Foi o único livro que achei o filme melhor, pois, pasmem o filme é mais emocionante que o livro.

Durante a leitura, percebemos que, obviamente, o livro foi escrito para crianças. J. M. Barrie narra a trama como se estivesse conversando com os leitores, mas o faz de forma infantil e direta.
É esse o homem terrível que Peter Pan vai ter que enfrentar. Quem vencerá?
Mas esse não é o maior dos problemas. Diversas vezes o autor para a narração a fim de fazer divagações, que em geral tem a ver com o que está acontecendo, mas que não tem relevância alguma para a continuação da história. Esse talvez seja o motivo pelo qual o livro não foi tão bem avaliado por mim.

Ainda assim, é Peter Pan. Então, mesmo que o autor escreva como se falasse com crianças e quebre a narrativa freqüentemente, J. M. Barrie conta uma história tão fofa, tão bonita que te faz querer mais, como se você não soubesse o que vem depois. Apesar dos pesares, é uma das minhas recomendações de leituras para a vida. É sim uma boa leitura - é bem leve, então é uma boa pedida para se relaxar.


NOTA



Continuando com o projeto Próximo Capítulo, o tema desse mês é uma homenagem ao Dia Internacional da Mulher. Assim, trago hoje cinco dicas de livros com protagonistas femininas que mostram o lado forte, o lado real da mulher. Bora conferir?

◆◇◆◇◆◇◆◇◆◇

Wicked
>> Nota 6/10 ◆ Resenha completa

Wicked nos traz o outro lado de O Mágico de Oz - o lado da Bruxa Má do Oeste - colocando no centro da trama Elphaba, a bruxa de pele verde. Elphaba é uma moça mal compreendida que, por sua própria percepção de si e de sua cor rejeitada pela sociedade, envolve-se na luta pelos direitos dos Animais, que antes tinham direitos iguais aos "humanos". Ao entrar nesse universo, Elphaba acaba se envolvendo em uma briga política por poder, enquanto parece notar que é somente uma marionete do destino. Elphaba é uma personagem muito forte e corajosa - não teme morrer pelo que acredita e chega a ser uma inspiração, mesmo sendo uma personagem fictícia.



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Amor Amargo
>> Nota 8/10

Alex é uma garota doce e estudiosa, filha do meio em uma família destruída. Sua mãe morreu muito cedo em um acidente - e a morte da mãe levou também o pai, que não soube lidar com a perda e se fechou completamente para suas três filhas. Alex também nunca superou a perda da mãe, que estava fugindo com outro homem quando sofreu o acidente, deixando a garota com uma sensação de total abandono.
Quando Cole, o garoto novo do colégio, encantador e divertido, se interessa por ela, a vida parece finalmente encontrar um sentido: Alex encontra então aquele que seria seu porto seguro... Ou não...
Presa em um relacionamento conturbado, Alex precisa encontrar força em si mesma para enfrentar seus próprios demônios - a falta de sua mãe, a ausência de seu pai, a sensação de abandono - e conseguir se libertar do maior deles: seu namorado. Apesar de tão nova, afinal ela está apenas no ensino médio, sua transformação nessa caminhada é muito marcante e também inspiradora para tantas mulheres reais que infelizmente se encontram em situação semelhante.
Recomendo e muito.

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Para Sempre Alice
>> Nota 8/10

Para Sempre Alice é uma comovente história sobre Alzheimer. Alice Howland é uma professora de psicologia e linguística de Harvard, renomada e eficiente em sua área, que, apesar de sua mente brilhante, começa a ter pequenos episódios de esquecimentos. A preocupação a aflige quando sai para correr se perde em um lugar que conhecia, mas simplesmente não conseguia achar o caminho de volta para casa. Preocupada, ela procura ajuda médica, que lhe dá um diagnóstico amedrontador: ela tem Alzheimer de instalação precoce.
A partir de então, Alice passa a travar uma batalha interna: como reagir a esse diagnóstico? Deve aceitar sua condição e se afastar de tudo que ama ou tentar lutar contra? Pouco a pouco, contudo, Alice vai perdendo o controle sobre si para a doença, mas não desiste de tentar se manter a mesma - de ser para sempre Alice.


◆◇◆◇◆◇◆◇◆◇

Caixa de Pássaros
>> Nota 8/10 ◆ Resenha completa

Malorie é uma estudante universitária que descobre estar grávida em decorrência de um “one night stand” quando o "Problema" começa. O "Problema" envolve um surto mundial de pessoas enlouquecendo e cometendo homicídios e suicídios após verem alguma coisa, de forma que aos poucos os sobreviventes deixam de conviver entre si, isolando-se em suas casas. Após um período de grande devastação humana, Malorie se vê como uma sobrevivente que tem duas crianças pequenas para cuidar sem ajuda de qualquer outro adulto. Seu plano é navegar um rio com os olhos vendados até um lugar seguro.
Malorie é uma personagem consistente e seu desenvolvimento psicológico é bem claro na narrativa. Todas as suas reações são fundamentadas pelas circunstâncias, de forma que toda sua ligação com o Problema, desde a perda do seu ceticismo até o advento de sua frieza é muito bem trabalhado. Apesar de ser a personagem principal, não é minha personagem preferida, mas admito o mérito de Malerman no seu desenvolvimento e por isso esse livro é minha recomendação.


◆◇◆◇◆◇◆◇◆◇


Julieta
>> Nota 10/10

O livro é dividido em duas narrativas: a primeira segue a narrativa de Julie Jacobs e a segunda conta verdadeira história de Romeu e Julieta que teria inspirado Shakespeare, através de cartas deixadas pela mãe de Julie como ‘herança’.
Comedida e tentando ao máximo levar a sua vida de maneira tranquila, Julie sempre viveu à sombra de sua irmã gêmea Janice, evitando aventuras e escândalos. Com a morte de sia tia-avó Rose, que a criou desde a infância, Julie se encontra no meio de uma reviravolta familiar: em seu testamento, Rose deixou sua casa apenas para Janice. Para Julie só restou uma carta com um conteúdo suspeito: seu nome verdadeiro era Giullieta Tolomei e sua mãe deixara pistas que a conduziriam até um tesouro em Siena na Itália, cidade em que ela nascera. Na busca por esse tesouro, Julie, então Giullieta, encontrará a verdade sobre quem ela realmente é, em uma transformação gradual que trará toda coragem que precisa para ser essa pessoa.


Quem ai já leu algum desses livros? Qual outro vocês indicariam. Conta ai nos comentários.



E no primeiro dia, havia mistério.


Título
Sr. Segunda-Feira
As Chaves do Reino - Volume I

Autor
Garth Nix

Editora
Fundamento


Links
Skoob | Saraiva | Cultura




Sete dias. Sete chaves. Sete virtudes. Sete pecados.
Ninguém espera que Artur Penhaligon seja um herói. Órfão, com a saúde debilitada e sem coragem, ele sofre com o medo de que a praga que invadiu seu país leve embora sua família adotiva. Mas, quando uma estranha chave em forma de ponteiro de relógio é entregue a ele, Artur descobre que é o Herdeiro das Chaves para o Reino.
Tudo o que acha que sabe - sobre seus pais, sua cidade e sua vida - está prestes a mudar. Agora que ele herdou a Chave de uma Casa estranha e perigosa, não há como voltar atrás.
Ele deve reunir toda sua coragem e arriscar aquilo que ama para desvendar os segredos do mundo que descobriu e salvar o mundo que ele conhece.




  No primeiro dia em sua nova escola, Arthur, um estudante de 7ª série que acabou de se mudar com a família adotiva, tem um segunda-feira traumática após ser obrigado a participar de atividades esportivas, apesar de seu quadro médico de asma. O resultado não poderia ser outro: uma crise de asma.

  Enquanto tenta sobreviver à falta de ar, o garoto percebe a estranha aparição de dois homens:  um magro e pálido e outro que lembrava um mordomo de filmes antigos, que fazem um ritual a sua presença e desaparecem, deixando Arthur com um objeto em forma de um ponteiro de minutos de um relógio, que o ajuda a respirar melhor, e um pequeno caderno.

  O estranho ponteiro de minutos, ele descobre posteriormente, é parte de uma das Sete Chaves do Reino, chaves essas que Arthur é Herdeiro, mas que em descumprimento ao Testamento, estão em mãos de terceiros mal-feitores.

  Um deles é o próprio Sr. Segunda-Feira, que fora enganado quando lhe entregou a primeira parte da primeira chave e que agora quer o ponteiro dos minutos de volta, mesmo que isso custe a vida de Arthur - e de todos os outros humanos.


A Casa foi construída do Nada, e suas fundações se apoiam sobre Nada. Assim, como Nada é para sempre, e a Casa é apenas eterna, as fundações lentamente afundam no Nada em que a casa foi construída, e Nada tem impacto sobre a Casa.


  Antes de iniciar minhas considerações devo deixar uma coisa clara: com esse livro descobri o real significado de "público alvo". Isso porque quando ganhei esse livro (há pelo menos uns seis anos), eu ainda estava dentro do público alvo e se o tivesse lido nessa época, minha reação a ele provavelmente seria outra. Hoje, com vinte e cinco anos, estou fora do público alvo, catalogado como Literatura infanto-juvenil, e isso deve ser mantido em mente quando na leitura das minhas considerações. Dito isso, passo ao que realmente importa.

  O livro é bom?

  Depende. Depende do que? Do seu gosto pessoal. Desde sempre adoro fantasias em geral. Não preciso dizer o tamanho do meu fascínio por Harry Potter ou Percy Jackson na época em que foram lançados. Dessa forma, para quem aprecia uma boa fantasia, acredito que Sr. Segunda-Feira seja uma boa pedida.

  As Chaves do Reino, série que inclui o livro sobre o qual falo agora, é uma fantasia - e é das boas. Apesar de a trama se iniciar em nosso tempo, Garth Nix criou um universo paralelo-não-tão-paralelo-assim com um toque de noção de tempo-espaço e misturou com seres e artefatos mágicos, política e pecados capitais, jogando tudo em um único lugar: A Casa.

  A Casa consiste no universo criado por Garth Nix, dividido em Sete Reinos, cada um dominado por cada um dos Sete Dias, sendo cada um deles a materialização de um dos Sete Pecados. Parece bobo falando assim, mas a criação desse universo é muito bom e convincente - apesar de alguns detalhes serem deixados em aberto, provavelmente para serem explicados nos volumes seguintes (que eu não li).

  Mas se o universo é bem criado, se é uma boa fantasia, por que você parece tão reticente?

  Porque não me conectei ao personagem principal e sua sequência de atitudes. Não é um problema de consistência de personagem - para mim os personagens são todos bens criados e condizentes com a trama. Apesar de existir um ou outro que me deixou com um ponto de interrogação (aqui quero dizer: por que esse personagem existe?), os três principais, Arthur, Suzy e Will, são bem criados.

  É aqui que volto ao que disse ali em cima. O personagem principal tem doze anos e o livro é voltado para o público infanto-juvenil; diante disso, eu, com o dobro da idade do personagem, não consegui me identificar com Arthur.

  Além disso, a forma de contar a trama não me interessou, pois me pareceu um pouco infantil. Não que infantil seja algo ruim - não mesmo. É somente a questão do público alvo - no sentido de que não apreciei o livro da mesma forma que alguém que faz parte desse grupo apreciaria.

  Por esse motivo, muita nota não é tão alta, nem tão baixa.

  Se indico o livro? Sim, principalmente para adolescentes e crianças. Como disse, o universo e a trama são bons e já valem a leitura, apesar dos pesares.





Minhas expectativas para esse ano são um pouco confusas. Com a formatura na faculdade, chegou o momento de virar gente grande - e isso traz tanto medo quanto responsabilidades. Minha primeira expectativa é, portanto, tomar uma decisão sobre meu futuro: onde vou trabalhar? No Brasil, no exterior? Diplomacia, Magistratura?
É uma decisão a longo prazo - até porque ambas exigem um bom tempo de preparo antes que eu consiga efetivamente alcançar meu objetivo. O primeiro passo é, contudo, decidir.

Um pouco mais próximo que isso, tem a prova da OAB. A primeira fase já passou e agora em janeiro vem a segunda fase ou para coroar todo o esforço dos últimos meses ou para me jogar de volta para o começo da trajetória. Dá um pouco ansiedade - aliás, muita ansiedade - e medo. Parece que tudo que envolve a realidade dá um pouco de medo: de falhar, de sentir como se eu tivesse perdido tempo.

Por outro lado, tenho um sentimento muito bom em relação aos meus escritos. No último ano, mais especificamente em novembro, tive um grande avanço pessoal em relação a escrita, bem como consegui deixar minha próxima obra mais encaminhada, mais próxima de ser finalizada - mais próxima de ser levada a público.

O que me leva a minha próxima expectativa: publicidade. Não estou falando de fama. Estou falando de me levar a público mesmo - trazer as minhas histórias, minhas ideias, meus pensamentos ao público de forma mais efetiva. De mostrar ao mundo minhas cores internas.

Tenho expectativas específicas relacionadas ao amor e a amizade, mas elas são complexas demais para explicar por detalhes. O que posso dizer é que espero me entregar mais - me conectar melhor às pessoas, ter relações melhores e mais saudáveis e afastar as relações tóxicas.

Tudo que é tóxico tem que sair da minha vida; essa é a chave para buscar o que espero chamar de ano feliz.

Que venha 2018 com tudo que ele me promete.





Esse texto foi escrito para o
Projeto Escrevendo Sem Medo - 2018




Começo esse ano de 2018 com uma lista de leitura de tão somente 56 livros. Exato: 56 foram os livros que deixei acumular nos últimos dois anos, de forma que esse ano estou proibida de comprar qualquer livro (já estava proibida desde 2016, mas presentes de aniversário, de partida, de natal, solidão no exterior, tudo isso fez com que eu acumulasse mais e mais).
Não tenho certeza que vou conseguir ler todos até o final do ano, mas vou me esforçar para diminuir pelo menos em metade essa lista. Só posso comprar livros novos quando e se eu tiver um limite de dez livros a serem lidos em casa.

Hora de saber quais são os livros que estão na minha estante esperando para serem lidos. Eu os dividi em cinco blocos de onze livros, deixando um de fora, que é minha leitura atual (que começarei hoje). Os blocos nada mais são do que a ordem que vou ler - claro que vou seguir a ordem dos blocos, mas em cada bloco, não há uma ordem de leitura individual.



Leitura Atual
Thirteen Reasons Why






O bloco I ficou com os livros que quero ler com mais "urgência" - a maioria são livros das últimas aquisições (presentes de Natal e aniversário). Os mais antigo é o Sr. Segunda-Feira, que está na minha lista de leitura há mais de cinco anos (SHAME!).
Esse ano decidi finalmente ler a coleção do Senhor dos Anéis (me julguem, nunca li), então o primeiro deles (A Sociedade do Anel) vai também nesse bloco, assim como A Guerra dos Tronos, o primeiro volume da série As Crônicas de Gelo e Fogo. Os volumes subsequentes de cada uma das coleções vão um em cada dos próximos blocos, para me forçar a variar o gênero literário.
O único livro nacional desse bloco é Dias Perfeitos, do Raphael Montes - e devo dizer que estou ansiosíssima para lê-lo.


O bloco II conta com um clássico - A Revolução dos Bichos. Já ouvi tanto sobre esse livro - sobre o quanto é bom - e acho que cheguei na idade de que TENHO que lê-lo. É um clássico. Com a quantidade de livros que já li, chega até a ser uma vergonha que ele ainda estava na lista de não lidos.
O Código da Vinci é um dos livros que está na minha lista há gerações, mas sempre acabo colocando algo na frente. A Batalha do Apocalipse, o livro nacional desse bloco, por sua vez, é um daqueles que comecei a ler e abandonei no meio do caminho - principalmente porque estava naquela época de ler mais de um livro ao mesmo tempo.
Agatha Christie também está presente nesse bloco, com Os Crimes ABC.
Para meu prazer, coloquei duas distopias nesse bloco: Divergente (que já assisti o filme) e Battle Royale (que o tamanho me assusta desde que comprei).
Esse bloco tem um pequeno desafio: Emerald é um livro de fantasia em alemão! Eu o comprei enquanto estava em intercâmbio acadêmico e até comecei a lê-lo, mas com as provas da faculdade de lá, acabei não terminando. Mas como quero voltar a praticar meu alemão, quero terminá-lo, assim com os outros que comprei... É o mais fácil deles, por isso é o primeiro em alemão que aparece nos blocos.



O Colecionador de Lágrimas... Se eu contar que li 70% do livro e não terminei, ninguém acredita. E não foi porque o livro não era bom. É porque, como disse acima, estava numa fase de ler vários livros ao mesmo tempo, então frequentemente acabava de eu esquecer de terminar algo. Vergonha, eu sei. Mas eu já parei com isso.
Tem Bridget Jones sim - mas é Bridget Jones em alemão. Ai meu coração.
O Livro dos Títulos é o livro nacional do bloco III. Eu o ganhei de presente de aniversário e até agora não faço a menor ideia do que se trata. Ao que me parece, não é ficção - é algo mais como um digressão.
Oksa Pollock, por fim, é um livro de minha adolescência que não foi lido. Quem sabe finalmente? Será que chego até o final do bloco III ainda nesse ano?


Para ser sincera, não estou confiante que chego até o bloco IV ainda em 2018, mas tanto esse bloco quanto o bloco V existem como uma espécie de desafio... Como uma forma de dizer: sim, você consegue.
Identidade Roubada e Na Própria Carne foram livros da época em que eu estava buscando inspirações para um dos meus livros (o Roleta Russa). No final, acabando não lendo, até porque parei de escrever esse projeto e foquei em outro.
Le Petit Nicolas, como o próprio nome demonstra, está em francês e é um dos livros que eu deveria ter lido enquanto estava cursando Aliança Francesa, mas não terminei. Nicolas é uma graça, então até hoje ainda quero terminar.
Tem Agatha Christie aqui também, com Convite para um homicídio.


O último bloco tem alguns "restos". Não exatamente restos... Mas livros que nem lembro direito quando e porque comprei... Outros coloquei para que o último bloco não fosse o bloco da depressão (no sentido de "Não quero ler nenhum".
Tem livro em inglês (Dear Amy) e em alemão (Wenn du mich tötest). Tem As Crônicas de Gelo e Fogo e, por outro lado, tem Fallen.
Não há muito o que dizer sobre o último bloco. Só que espero que chegue até ele ainda nesse ano.

E ai? Quem tem uma lista de leitura para esse ano?
Já leu algum desses livros? Comenta ai e me conta.





The more civilized we become, the more horrendous our entertainments
Quanto mais civilizados nos tornamos, mais terríveis são os nossos entretenimentos



Título: Wicked - The Life and Times of the Wicked Witch of the West

Autor: Gregory Maguire
Editora: Harper Collins Publishers
O livro recebeu uma versão em português, publicado pela editora Leya, com o mesmo título do original (Wicked).



When Dorothy triumphed over the Wicked Witch of the West in L. Frank Baum's classic tale, we heard only her side of the story. But what about her archnemesis, the mysterious Witch? Where did she come from? How did she become so wicked? And what is the true nature of evil?
Gregory Maguire creates a fantasy world so rich and vivid that we will never look at Oz the same way again. Wicked is about a land where animals talk and strive to be treated like first-class citizens, Munchkinlanders seek the comfort of middle-class stability, and the Tin Man becomes a victim of domestic violence. And then there is the little green-skinned girl named Elphaba, who will grow up to become the infamous Wicked Witch of the West, a smart, prickly, and misunderstood creature who challenges all our preconceived notions about the nature of good and evil.
Tradução livre: Quando Dorothy triunfou sobre a Bruxa Má do Oeste, clássico conto de L. Frank Baum (O Mágico de Oz), ouvimos apenas o lado dela da história. Mas e a sua arquiinimiga, a misteriosa Bruxa? De onde ela veio, como ela se tornou tão perversa? E qual é a verdadeira natureza do mal? Gregory Maguire cria um mundo de fantasia tão rico e vívido que nunca mais veremos Oz da mesma maneira. Wicked é sobre uma terra onde os animais falam e se esforçam para ser tratados como cidadãos de primeira classe; os Munchkins procuram o conforto e a estabilidade da classe média, enquanto Tin Man se torna vítima de violência doméstica. E então há a pequena menina de pele verde chamada Elphaba, que crescerá para se tornar a infame Bruxa Má do Oeste, uma criatura inteligente, espinhosa e incompreendida que desafia todas as nossas noções preconcebidas sobre a natureza do bem e do mal.



  Como já diz a sinopse, Wicked nos traz o outro lado de O Mágico de Oz - o lado da Bruxa Má do Oeste. Enquanto Gregory Maguire recria o mundo de Oz, Elphaba, a bruxa da pele verde, ganha voz ao contar sua própria história e colocar os pingos nos is do clássico.

  Contada sempre em terceira pessoa, a história é dividida em cinco partes, pendendo a cada momento para diferentes pontos de vista.

  A primeira parte, intitulada "Munchkinlanders" ("Os Munchkins", em tradução livre") pode ser considerada uma espécie de introdução, um prólogo, uma vez que conta detalhes de antes do nascimento da Elphaba, focando em seus pais, Frex, ministro etinerante e Melena, a neta do Eminent Thropp de Munchkinland (uma espécie de Rei) e sua relação com o nascimento de Elphaba, que para eles parecia um pequeno monstro.

  Desde o nascimento, Elphaba mostra-se diferente dos outros bebês. Não apenas pela cor de sua pele (verde), mas por suas atitudes, inesperadas para alguém de sua tenra idade.

  Na segunda parte, chamada "Gillikin", Elphaba já mais velha, recém-saída da puberdade, é levada para Shiz, onde inicia seus estudos. O grande cerne da trama se inicia nessa parte e acompanhará a mocinha-vilã, mesmo através do ponto de vista dos outros personagens. É nessa segunda parte que o enredo realmente parece começar em uma trama marcada por uma visão política, social e ética sobre a natureza do bem e do mal.

  Elphaba é uma moça mal compreendida que, por sua própria percepção de si, envolve-se na luta pelos direitos dos Animais, que antes tinham direitos iguais aos "humanos", mas os estavam perdendo. Ao entrar nesse universo, Elphaba acaba se envolvendo em uma briga política por poder, enquanto parece notar que é somente uma marionete do destino.



How could we tell if we were the paws of someone's darker game?





  Um fato: sou louca por musicais. Outro fato: sou apaixonada por Wicked. Assisti pela primeira vez uma versão da Broadway gravada por um espectador através do bom e velho Youtube. Eu sei, não me orgulho. Mas já conhecia a trilha sonora e queria porque queria assistir.

  A vida me levou a Londres em 2014, quando pude assistir ao vivo a versão britânica, e depois disso, meu amor apenas cresceu e, no auge da minha paixão, pedi que minha mãe trouxesse o livro quando ela teve a oportunidade assisti-lo em Nova York (inveja).
Comprei e não li.

  O musical veio para o Brasil em 2016 e ele ainda estava no final da minha lista de leitura.

  No ano passado, eu finalmente comecei a lê-lo e, para minha surpresa, não consegui terminá-lo. O histórico do meu skoob deixa bem claro: eu o comecei em junho de 2017 e somente agora, em janeiro de 2018, eu o terminei e explico o porquê...

  Gregory Maguire teve uma ideia brilhante. Decidiu contar o outro lado da antiga história sobre o Mágico de Oz e sua premissa era muito promissora. No entanto, meu sentimento pessoal é que ele começou a ter tantas ideias que não soube trabalhar todas.

  O livro tem um começo muito bom. A primeira parte, que mostra a família de Elphaba, tem um quê de mistério e um ar de que algo está vindo, algo vai acontecer, que cativa e que coloca dúvidas na cabeça, gerando uma vontade de conhecer, de entender o que vai acontecer.

  Mas a partir da segunda parte, todo esse sentimento se esvanece: em parte porque as coisas demoram a acontecer - por ser um jogo poder que é construído por anos - e em parte porque a escrita de Maguire é um pouco enfadonha. É muita descrição, muita argumentação, para pouca história.

  Méritos do autor que conseguiu construir quase que todos os personagens, mesmo os "terciários", de forma bem consistente. Mas essa consistência foi levada a um extremo que deixou a leitura um pouco cansada - o que, no meu caso, ainda foi piorado pelo fato de eu o ter lido em inglês (e eu estou acostumada a leitura em inglês).

  Além disso, algo que me incomodou bastante foi o fato de as partes pularem no tempo sem aviso. Não há qualquer indicação que já se passou algum tempo - você continua lendo a história, achando que é uma sequência próxima, mas descobre algumas páginas depois, que tudo que foi lido ocorrera depois de um intervalo de anos.

  Em resumo, o livro teve alguns pontos bem baixos - devo dizer da segunda parte até a metade da quarta parte. Só já quase na parte final que o gás retomou, talvez porque eu estava determinada a terminar de ler. Parte do final é esperado (quero dizer, ele não mudou os fatos originais), mas o que leva a cena final me pegou de surpresa de certa forma.

  Wicked foi um misto de decepção por um lado e surpresa por outro. Teve como ponto forte a trama, que eu achei que conhecia, por causa do musical, mas não conhecia; mas teve como ponto fraco a escrita em si. De qualquer forma, a Elphaba da primeira parte, a bebê verde, é tão encantadora, que não consigo dizer que o livro é ruim. Acho que vale a pena a leitura.



Nota





Um ano novo se inicia hoje e, junto com o fim de mais um ciclo de 365 dias, chegam as expectativas de um ano melhor, cheio de coisas boas - paz, saúde, amor, prosperidade, amizade - e coisas novas - vida nova, experiências novas, lugares novos.

Nesse clima de renovação, o Degradê entra em 2018 com uma cara nova e com um conteúdo renovado. Não perderemos nosso cerne - o amor pela literatura, pela escrita -, mas ampliaremos nosso conteúdo para agradar vocês, nossos leitores.

Um dos projetos de renovação do Degradê é esse que nos trazemos agora: um desafio de leitura, que será feito por mim, Luisa Lopes. O desafio basicamente consiste na leitura de livros de temas determinados (que estão listados abaixo) durante o ano de 2018, livros estes que serão, posteriormente, temas de resenha para vocês.

Dito isso, está na hora de conferir a lista do desafio:



Para aqueles que quiserem participar conjuntamente, a participação é livre.
Sugiro apenas que nos deixe uma mensagem, por comentário ou por e-mail, dizendo que estará participando do desafio, para que possamos remeter eventuais resenhas para nossos leitores.

No mais, Feliz Ano Novo, multicoloridos.
Não nos perca de vista, pois muitas novidades estão por vir!


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Luísa Scheid nasceu e cresceu em São Paulo. É advogada e tem interesse especial em Direito Penal e Criminologia. Atualmente estuda para concurso público. É editora da Revista Maçã do Amor.

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